
Foto: Reprodução/redes sociais
O ataque no Cefet provocou choque entre estudantes e funcionários da unidade localizada no Maracanã, zona norte do Rio de Janeiro. Duas mulheres morreram após serem baleadas por um funcionário da instituição nessa sexta-feira (28). Conforme informações preliminares, o homem entrou armado na escola e efetuou os disparos, causando pânico e interrompendo as atividades no local.
As vítimas foram identificadas como Layse Costa Pinheiro, de 40 anos, psicóloga, e Allane de Souza Pedrotti, coordenadora pedagógica. Segundo o Hospital Municipal Souza Aguiar, Layse chegou ao hospital já sem vida. Já Allane foi atendida, mas, no entanto, não resistiu aos ferimentos. Além disso, equipes do Corpo de Bombeiros auxiliaram no atendimento inicial às vítimas antes do encaminhamento ao hospital.
Ataque no Cefet mobiliza polícia e perícia
A Polícia Militar informou que foi acionada após relatos de tiros dentro da instituição. Agentes chegaram rapidamente ao local e encontraram as duas mulheres feridas. Durante as buscas na escola, policiais localizaram o corpo do suspeito, que também era funcionário do Cefet. Além disso, a perícia da Polícia Civil assumiu o caso e iniciou as investigações.
Segundo relatos apresentados por funcionários em uma comunidade interna, o homem havia sido afastado anteriormente por problemas internos. Como mencionado anteriormente, ele teria desavenças antigas com uma professora. Em contraste ao comportamento da manhã, quando trabalhou normalmente, ele retornou no período da tarde para cometer o ataque.
Ainda conforme esses relatos, o suspeito teria se dirigido diretamente à sala onde a funcionária estava, o que reforça a hipótese de motivação pessoal. Por outro lado, apenas a investigação oficial poderá confirmar detalhes sobre o caso e esclarecer o que motivou o crime.
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